6 de maio de 2010

Esse tal bicho...



A ciência prova que podemos fazer várias coisas ao mesmo tempo, isso devido a uma estruturinha chamada corpo caloso que une os nossos dois hemisférios cerebrais, não que eles não o tenham, mas o nosso é maior, e claro muito mais eficiente (modéstia a parte)! Essa é uma das inúmeras coisinhas, nas quais somos superiores!”APENAS UMA, ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE, UMA”. Então, um VIVA a nós!!
Eles que as poucas vezes que pensam, acabam usando a cabeça errada, para tomar decisões; ainda tem a cara de pau de reclamarem por que não termos noção de espaço. Ah quem liga para noção de espaço? Eu não ligo!!! Aposto que nem eles, mas afinal eles tinham que ter algo para reclamar.
Mesmo a ciência provando, não significa que não devemos duvidar dela, e essa dúvida não é por não nos acharmos capazes ao extremo, afinal sabermos da nossa grandiosa eminência com relação a eles e mas como viver sem esse tal bicho? Esse tal bicho que costumam chamar de homem (embora, muitos deles não merecessem esse título).
Eu não saberia viver sem, outras também não, mais algumas amariam a extinção desse tal bicho-homem! Bendito seja, não só a existência desse tal bicho, mas também a existência da diversidade. Não pense você, que falo da diversidade em uma escala que vai de albinos a afro-descendentes e mesmo assim, cada um com seu charme. Não pense mesmo!! Pois, de fato não falo disso (olha que poderia até falar). Mas sim, falo da diversidade de opções, gostos e vontades desde de amantes do tal bicho até as que fariam de tudo para antecipar a extinção deles. Afinal, com uma que pensa assim na extinção deles e outra que vai cair nas garras dessa, são menos duas concorrentes “no mercado”, olha que isso melhora e muito a nossa situação, pois apesar dos pesares  (e como pesam!!!!). Sem eles não dá!!!!
Na minha vida esse tal bicho chega a ter um peso especial, como muitas também devem sentir algo parecido. Não digo nada mais tão generalizado, digo um pesar diferenciado, um pesar ímpar. Pesar esse que o tal bicho, não é a incógnita de outrora, quando minha visão se restringia em um “olhar plural”. Entretanto,  agora meu olhar é singular, e esse olhar deixou singular: um tocar, um beijar ou um simplesmente estar, é então que vem a dúvida da certeza se deveras sou uma “mulher”, pois, quando estou “com o meu tal bicho” não consigo fazer nada senão com ele, nada além dele!E para onde foi aquela histórias de fazermos várias coisas ao mesmo tempo? Ah, essa tal de ciência deve ter fumado uma!

ass. Flávia Sabrynne

Um comentário:

Neto disse...

que bom que esse tal bicho,te faz muito feliz...te amo minha vida.