“Nosso coração deveria ter cérebro!”. Seria tão mais fácil se além do crânio nosso cérebro também ocupasse o nosso coração. Sendo tão precisadas como são nossas vidas de um coração com cérebro, tanto na amizade como no amor, e até nas relações familiares, enfim em tudo que o nosso “tão tolinho coração” está metido e que nos impede de tentar sermos pessoas melhores, nos doar ao máximo em cada relação sem esperar no mínino reciprocidade, e quando ela não vem, ainnnnnnnn! Vem acompanhada de dor, muita dor...
É uma dor de sensação tão ruim e sufocante que se alguém te arrancasse os olhos com uma faca, “a sangue frio” a dor não seria tanta!E se ele tivesse cérebro você não precisaria esperar... Simplesmente faria, seria, por fim, usaria de seus sentimentos para possibilitar o melhor para o outro, sabendo que aquilo é o certo a fazer, com total consciência de que em uma relação você simplesmente faz a sua parte, e não deve esperar do outro, reações suas. Pelo menos quando essas reações são boas e admiráveis, pois as reações ruins... Ah, Essas sim, retornam!
Nosso coração deve não ter cérebro unicamente para nos fazer pensar bem mais em tudo , principalmente no que não acontece e no que você nunca faria(coisas ruins, lógico!) e o que o outro não faria ( coisas admiráveis, lógico, também!), e claro nos decepcionar “em cada acontecimento ou não acontecimento”.
ass. Flávia Sabrynne

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